sábado, 28 de maio de 2011

3°AULA

Nessa aula pedimos aos alunos que executassem algumas tarefas guiadas, para analisarmos alguns fatores de bastante importância para nossos estudos. Essa tarefa consistia de equilíbrio, manipulação e locomoção. Essa atividade por ser executada por diversas habilidades simultânea, ajuda não deixar esquecer. Na pratica com variações, o sujeito é forçado a um processamento mais profundo da tarefa em foco. Em outras palavras, quando a habilidade é alterada a cada tentativa, mais operações cognitiva são realizadas, resultando em representações mais significativas de um dado padrão de movimento e melhor distinção entre varias versões da tarefa (Schmidt 1988) e Maggil 1993). Observando os alunos notamos que assim que conquista algum novo conhecimento, alguma nova habilidade, imediatamente passam a repetir, e fazem isso diversas vezes mostrando um farto prazer nesta atitude. Quando uma pessoa supera uma dificuldade que se impõe, caracterizando uma aprendizagem, o fim desse processo registra o prazer da conquista. ora, a repetição do processo trás consigo ao prazer anterior. Dai tantas repetições realizadas pelos alunos espontaneamente, o aluno após aprender, repete para ter prazer e não mais para dar conta de um objetivo fora dela.

Objetivo da aula: Aumentar e diminuir a complexidade da tarefa dos alunos

Desenvolvimento

Propor jogos de estimulação para deslocamentos em diferentes ângulos (retas, curvas, slalon nos cones, curvas com o próprio skate, entre outros). Podem-se usar os próprios alunos para servi de obstáculos e os outros passam em volta, ou deslocam-se de um aluno a outro. Também pode haver comandos de deslocamentos numa determinada forma (deitado, de costa de trás (tail) ou da frente (nose) apoiando um dos pés...) É  interessante deixar os alunos darem comandos, pois o grupo poderá obter respostas mais adequadas a parti das dificuldade que sentiram anteriormente.



Jogo do “invente outra”.  Nesta situação de jogo, podemos estimular a criatividade dos alunos, pois o objetivo é atravessa sobre o skate de um ponto a outro, a partie de um estímulo de passagem (de costa, de lado, agachado, com um pé no skate e outro no chão...) ,porém quando valer a passagem, os alunos não podem atravessar da mesma maneira isso causará diferentes formas de se organizar motoramente. Aquele que estiver passado de um jeito pode falar para que o outro invente outra maneira, o aluno inventará outra forma para continuar o percurso.

Conforme os estímulos e jogos são passados aula a aula, os alunos começam a adquiri autonomia e a desafiar-se cada vez mais. É importante estimular formas de cair e frear o skate.


Diminuindo a complexidade
Ajustar os deslocamentos apenas sobre os shapes ou com auxílios de um aluno e até do professor; experimentar as diferentes direções se apoiando nas paredes ou com duplas, ajudando nos deslocamentos; explorar os planos deitado e sentado, primeiramente, para sentirem-se mais confiantes.



Aumentando a complexidade
Após estimularem as diferentes direções e posicionamentos sobre o skate, além de algumas quedas nos colchões, pode-se objetivar jogos com passagem em um pé só no skate(switch stance), fazer mudanças de direções com os dois pés sobre o skate sem tocá-los no chão e imprimir velocidade até os colchões e experimentar as paradas bruscas.

Estatísticas !!!




Aventura na segunda infância



 

      A partir dos seis anos quando as habilidades começam a ser combinadas, a educação escolar e a cultura corporal brasileira privilegiam atividade e jogos com bolas (habilidades manipulativas) ou a natação e corrida (habilidades locomotoras). Infelizmente, as atividades estabilizadoras, encontradas na capoeira e nas ginásticas, que proporcionam equilíbrio e a coragem aos alunos, são poucas exploradas, aumentando a necessidade de exercícios que recuperem esses déficits. Nessa fase, é possível reverter o processo, pois há grande abertura para a aprendizagem e a motivação para a atividade física. As crianças, nessa fase, aprendem pela participação ativa e o encorajamento do professor é importante, para que, junto com o aumento da responsabilidade, venha a ser adquirida a autoconfiança.
Aventura na segunda infância

(Dimitri , Armbrust, 2010)





O skate auxilia no desenvolvimento da aquisição da profundidade e da percepção da figura e fundo que estão prontas a serem desenvolvidas a partir dos sete anos. As compreensões de lateralidade são favorecidas no skate, assim como as estratégias de tomada de decisão durante os percursos podem ser explorados. (Dimitri , Armbrust, 2010)


O skate, hoje, faz parte da cultura jovem brasileira, foi conquistando adeptos por sua característica urbana, urbana, que dita tendência e cria um estilo de vida que atraem praticarem que se identificam através da música, da moda, do comportamento e da percepção do mundo. O jovem, muitas vezes procura ser diferente das demais pessoas, construindo sua individualidade, mas ao mesmo tempo, que fazer parte de um grupo e por meio do skate são possíveis todos esses aspectos se relacionarem.

terça-feira, 24 de maio de 2011

2ª Aula !!!



Na segunda aula, o objetivo foi fazer com que eles vivencissem  diversas formas de deslocar-se sobre os skates; conhecer e desafiar o equipamento; andar em duplas ou trias. Com ajuda, sem ajuda; explorar as possibilidades e observar as dificuldades. Conversar sobre os problemas encontrados por eles, os anseios e medos; como os alunos se sentiram mais confiantes ou como acharam mais fácil se deslocar.

domingo, 22 de maio de 2011

1ª Aula !!!


Em nossa primeira aula, pedimos para os nossos alunos utilizar os skate da maneira que eles achavam melhor. O objetivo foi fazer com que os alunos explorem o máximo de movimentos para que podemos analisar suas dificuldades e proporcionar a eles os feedback's adequados. Nessas primeira aula os alunos estava apreensivo e com medo. Isso é normal para quem nunca praticou o skate.

sábado, 21 de maio de 2011

Skate e suas possibilidades !!!

De acordo com Vygotsky numa perspectiva sóciointeracionista o indivíduo aprende e se desenvolve a partir da interação com o meio (entende-se meio como algo muito amplo, que envolve cultura, sociedade, prática). Observamos então que de acordo com as experiências proporcionadas pelo ambiente que o indivíduo interage e através da maturação biológica de suas capacidades serão desenvolvidas habilidades motoras (Gesell 1992).
É por meio do movimento que o ser humano se relaciona com o outro que aprende sobre si mesmo sobre o que é capaz de fazer. (Go Tani 1988).
Visando este contexto e considerando que na segunda infância as habilidades começam a ser combinadas, a prática do Skate vem como uma excelente atividade para ser implantada nas unidades educacionais, pois a mesma desenvolve e explora as habilidades de manipulação, locomoção e estabilização simultâneamente, o skate proporciona também uma variedade de movimentos facilitando a sua aprendizagem, pois trabalhamos com alta interferência contextual(rândomica). A variabilidade da prática é importante porque o esquema não armazena detalhes de cada ação, mas sim as relações entre as condições iniciais, especificas das resposta, consequencias sensoriais e respostas propriamente dita. (Shimidt,1975). Além de ser um esporte radical e lúdico proporciona a auto estima, auto confiança, cooperação e persistencia. Assim como a Dança, o skate vai desenvolver a:



consciência de esforço: (Força, Fluência, Tempo)
conciência de espaço: (Níveis, Direções e Alcances)
consciência de relação: (Objeto e pessoa)
Laban e Lawrence 1947

A transfencia, associação e aprendizagem no skate é facilitada pelo ritmo, "Todo movimento coordenado é ritmico e envolve a sequancia temporal de eventos e a sincronização de ações" (Gallahue 2001). Sabe-se que uma pessoa tem um bom sentido de rítmo quando tem o domínio de seu corpo, que lhe permite adaptar o movimentos com prescisão aos estímulos mais diversos, variados e a liberação de baixa demanda energética exigida pelo movimento. No processo de ensino e aprendizagem a repetição não é "o fator de construção do ritmo", mas a acentuação diversificada, ou seja, em toda unidade rítmica há um estímulo propulsor, um ápice ou acento e um escoamento, sendo que a variação entre eles é que forma o ritmo. Hanebuth (1966). O desenvolvimento coordenativo proporciona que as crianças adquiram mecanismos básicos de identificação de estímulos para realizar ações num espaço temporal organizando e atuando na recepção de novos padrões motores (Pellegrini, 2003; Weineck, 1999) e podem ser desenvolvidos através da quantidade e qualidade das experiências motoras (Schmidt e Wrisberg, 2001) além de trabalhos com modificações das condições externas; combinações de várias habilidades; buscar atingir velocidade nas tarefas; variar nas percepções e proporcionar trabalhos mentais de imaginação (Zimermann (1987) apud Benda (2001).

De acordo com Piaget, o desenvolvimento cognitivo é um processo de sucessivas mudanças qualitativas e quantitativas das estruturas cognitivas derivando cada estrutura de estruturas precedentes. Ou seja, o indivíduo constrói e reconstrói continuamente as estruturas que o tornam cada vez mais apto ao equilíbrio.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

2° Infância !!!


Segunda infância é uma das categorias que divide as fases do homem através de medição cronológica podendo variar dependendo da autoria e da área de atuação de quem a classifica, porém consideraremos três autorias -Piaget, 1982/ Gallahue e Ozmun, 2003 e Kephart- que se equivalem de idades aproximadas, considerando o período de segunda infância sendo dos 7 aos 10/11 anos.
 
Portanto, podemos entender que como corpos completos, as crianças da segunda infância sofrem influências de todos os tipos como socioeconômicos, nutricionais, genéticos, climáticos (região), educacionais, e estes se influenciam, alterando assim, no desenvolvimento dessa criança. Para que haja melhora não adianta encarar esses diferentes aspectos isoladamente, tem que se ter a consciência de que clima influi na nutrição, que influi na economia, na genética, no indivíduo como um todo, ajudando ou prejudicando seu desenvolvimento.
Entendemos então que para um melhor desenvolvimento das crianças é necessário encará-las como um ser total e que sofre influências de todos os tipos, e como profissional de Educação Física pode contribuir para que ocorra um melhor desenvolvimento do mesmo? Essa contribuição pode ocorrer, pois é nesse período que as crianças estão tendo os primeiros acessos, através da escola, na educação física, compreendendo que o professor deve ter consciência dos trabalhos a serem aplicados a fim de proporcionar a evolução integral das crianças, sendo que um dos fatores que contribuem para tal, são tarefas coordenativas. Porém, não devemos entender a coordenação apenas como o produto final de um movimento, mas todo o processo que desencadeia nesse movimento.
Coordenação é considerada uma capacidade e capacidade são traços estáveis, ou seja, próprios do ser humano (Schmidt e Wrisberg, 2001), mas que podem ser aperfeiçoados (Guillarde). De forma geral, apesar das inúmeras definições, coordenação é o trabalho que se inicia com os sentidos, segue pela percepção, memória, motivação e interesse do indivíduo, programação do movimento e seus parâmetros, sistema aferente e movimento coordenado (Benda, 2001). Pode também ser definido como relações múltiplas definidas em uma escala espaço-temporal (Turvey, 1990 apud Pellegrini, 2003 e Clark, 1994) ou em uma definição antiga, porém completa do Kiphard (1976) que define coordenação como “a interação harmoniosa e econômica do sistema músculo-esquelético, do sistema nervoso e do sistema nervoso sensorial com o fim de produzir ações motoras precisas e equilibradas”.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

SKATE


É composto por uma prancha, chamada shape (em inglês: deck), dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de "trucks".
O Skate teve inicio no começo dos anos 60 na Califórnia, aonde reinava o surf, porém em dias de poucas ondas, estes surfistas tiravam as rodas de seus patins
e colocavam em tabuas para que pudessem surfar em terra firme.
No ano de 1965 se comercializaram os primeiros skates fabricados industrialmente e começaram as primeiras competições de free style; o skate então teve seu auge. Em meados dos anos 70 ouve um declínio da prática, porém nos anos 80 o skate volta, com a inovação do skate, e a utilização das pistas em “U” os half pipes. Nos anos 90 o skate volta ao seu auge com muitos adeptos, produtos, e campeonatos que incentivam bastante os jovens e crianças

sábado, 14 de maio de 2011

Pedagogia da Aventura

Para começo do desenvolvimento do nosso projeto tivemos como indicação literária o livro “Pedagogia da Aventura” dos autores Igor Armbrust e Dimitri Wuo Pereira. Que nós mostra que podemos ir além do tradicional no âmbito escolar, na cultura corporal de movimentos. Que nós deixamos com uma questão sobre refletimos das novas possibilidades de ensino e aprendizagem no contexto escolar, todavia nós remetemos a que como a educação física estar em mudança e sempre se recriando continuo a nova abordagem de ensino também requer uma mudança que nós temos que recriar novas abordagens de ensino assim havendo um significado aos nossos futuros educando. As praticas corporais de movimentos.

Esse livro é o resultado do trabalho de professores de Educação Física na tentativa de responder algumas questões comuns à maioria dos profissionais da área escolar. Como tornar as aulas de Educação Física escolar prazerosa e agradável aos alunos? Como contextualizar os conteúdos da Educação Física com as mudanças e transformações, tão velozes, da sociedade atual? Como aproximar a Educação Física dos requisitos: desafio, emoção, intuição e sensação? Como preparar as crianças e jovens para um mundo de incertezas que nos cercam? Como aprender a conviver com o meio ambiente, preservando-o, em uma aula de Educação Física?

Talvez essas perguntas possam ser respondidas em aulas de educação física com conteúdos tradicionais como os jogos, as corridas, as ginásticas e outras atividades recreativas ou competitivas. Se não são, talvez seja o caso do professor buscar na sua prática educacional os motivos para essa distância entre o que ensina e o que o aluno espera aprender. Acreditamos que o fato dos esportes radicais lidarem com a imprevisibilidade, o risco, o desconhecido, a vertigem e as proezas heróicas, pode propiciar um ambiente muito rico para que habilidades, capacidades, comportamentos e compreensões sejam desenvolvidas em nossos alunos. Assim seguimos as montanhas, os rios, os céus e as ruas para procurar respostas em concordância com uma Educação Física contextualizada com o novo milênio.

Surgimento, crescimento e conceitos

Os Esportes Radicais são atividades novas na cultura esportiva, pois se difundiram e ganharam muitos adeptos apenas a partir da década de 1990, com a divulgação pela mídia, a oferta como atividade de lazer e turismo na natureza e a expansão globalizada do comércio em torno deles. Porém, alguns estudos indicam que essas atividades eram praticadas há muito tempo.

Percebemos que o desejo de desafiar a natureza e os próprios limites humanos é anterior a nossa sociedade e que os heróis da mitologia grega com poderes especiais, hoje são reinventados na forma de atletas de esportes radicais numa versão contemporânea como o homem aranha francês que escala prédios pelo mundo, ou o mergulhador cubano que desce a 180 metros de profundidade sem usar oxigênio suplementar como se A pedagogia da aventura, atrelada à educação está intimamente ligada ao entendimento e estimulação das diferentes inteligências que podemos proporcionar através das experiências vividas em situações de aula. Diante disso, o professor pode planejar em suas aulas situações estimuladoras, de resolução de problemas, de desafios, de novidades, entre outras características para relacionar a aventura e o desenvolvimento de diferentes inteligências. fosse o homem do fundo do mar, ou ainda o americano que voa em sua asa saltando de um avião ao outro sem usar pára-quedas, é um pássaro, é um avião, não é o super homem.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Avaliação

    A avaliação será feita no decorrer das atividades, de acordo o interesse, participação, interação e desenvolvimento dos alunos com as atividades.

Bom essa era a nossa primeira ideia do projeto trabalhar com idosos mais por falta de visão da nossa parte graças aos professores nós abriram os nossos olhos e infelizmente tivemos mudar nosso roteiro do projeto que era terceira idade. Que o intuito era trabalhar o fenómeno danças e o ritmo como forma de mobilização de traz ao idoso a uma nova visão de si mesmo em atividades, e que o processo de ensino e aprendizagem há avesse uma grande mudança no seu comportamento e que a nossas expectativas de um excelente desenvolvimento de suas habilidades motoras.
Foi a parti dai que mudamos completamente o roteiro de pesquisa pra o projeto, assim ocasionando  uma grande duvida em trabalha e como trabalhar, ou seja, gerou mais e mais questões, mais acabamos chegando à ideia que a princípio foi à bicicleta E DEPOIS ATÉ CHEGAR AO SKATE.





quinta-feira, 12 de maio de 2011

Seguencia das Aulas

1ª aula:
    Iremos apresentar diferentes ritmos musicais, relacionando-as com suas respectivas culturas. Com Objetivo não apenas de conhecer e re-conhecer diferentes culturas, mas também desenvolver a expressão corporal, espontaneidade, relação interpessoal, consciência corporal, criatividade, cidadania, ritmo, e sociabilização.

2ª Aula:
     Iremos desenvolver uma atividade rítmica onde os alunos terão que responder diversos comandos em determinados ritmos. O objetivo é conseguir perceber se os alunos são Rítmicos, Arritimicos ou Não-arritimicos.

3ª aula:
     Iremos desenvolver uma atividade onde os alunos terão que solucionar o seguinte problema: Olhar a imagem do quadro "Jogos Infantis" de Pieter Brueghel e desenvolver uma coreografia com tempo entre 5 e 10 segundos, terão __x__ tempo para esta tarefa. Objetivo: Desenvolver a criatividade dos mesmos.

De acordo com os movimentos executados pelos alunos até o presente momento, iremos iniciar a seqüência coreográfica, e posteriormente conclui-la com maior complexidade. Com a coreografia já desenvolvida iremos dividila em duas etapas a 1ª etapa mais simple e a 2ª mais complexa.

4ª aula
    Iremos apresentar a 1ª etapa da coreografia, e utilizaremos para tal a prática randômica. Objetivo: Facilitar a aprendizagem incentivando-os assim para a segunda etapa que é pouco mais complexa. (fase associativa)

5ª aula
    Iremos apresentar a 2ª etapa da coreografia, e também utilizaremos a prática randômica. Objetivo: Facilitar a aprendizagem. (fase associativa).

6ª aula
    Iremos praticar a coreografia. Objetivo: Alcançar a (fase autônoma).

7ª aula
    Iremos Fazer um teste de retenção. Objetivo: Saber se os alunos aprenderam a coreográfia.

8ª aula
    Apresentação da Coreografia!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dança para Terceira Idade

  • Público alvo: Terceira Idade
  • Tempo: As atividades serão desenvolvidas em x aulas.
Objetivos:
  •   Interagir uns aos outros
  •    Incentivar a Cooperação
  •   Explorar a expressão corporal dos idosos; e
  •  A partir daí desenvolver uma coreografia.
Metodologia?
  •  Dança
 Procedimento:
Iremos desenvolver as atividades seguindo das habilidades simples as mais complexas buscando sempre o nosso objetivo que é a coreografia.
  •  Nível inicial:
Consciência e Exploração: Consciência dos movimentos
Descoberta: Novas seqüências de movimentos
  •      Nível intermediário:
Combinação (direta) ou (indireta): Solução de problema vai ocorrer à combinação das habilidades
Aplicação: atividades mais avançadas. (Complexas) Gallahue 2001.

A transferência, associação e aprendizagem da dança são facilitadas pelo ritmo, “Todo movimento coordenado é rítmico e envolve a seqüência temporal de eventos e a sincronização de ações” Gallahue 2001.
                                               

terça-feira, 10 de maio de 2011

Benefícios da Dança

                                                            
Para Nanni (1998), Laban (1990) e Brikman (1989) através da dança, podemos aperfeiçoar qualidades físicas, atributos sociais, morais e éticos. A dança trabalha a memória, atenção, raciocínio, imaginação criatividade, além de inúmeros benefícios para a saúde. Dentre os principais benefícios trazidos pela dança estão: benefícios cardiovasculares; melhoria da expressão corporal; desinibição; autoconhecimento; melhoria na auto-estima; estimulação da circulação sanguínea; melhoria da comunicação; melhoria da capacidade respiratória; proporciona noção espacial, consciência corporal, alegria; melhoria das relações interpessoais; desenvolve o raciocínio abstrato; auxilia na compreensão de culturas; reduz a ansiedade e o estresse, liberando tensões; reduz o sedentarismo; engloba conceitos e procedimentos como área de conhecimento e pesquisa; auxilia na saúde mental; aumenta o ciclo de relacionamento; melhoria nos campos social, emocional e cognitivo; estimula a espontaneidade e criatividade.

domingo, 8 de maio de 2011

Como a Dança proporciona esse bem estar?

                                                                                
A Dança como modo de viver torna a vida diária mais saudável, pois desenvolve os domínios socioafetivo, psicomotor e perceptivo-cognitivo, sendo uma atividade física prazerosa para o indivíduo, como afirma Guimarães, Simas e Farias (2003).
“Ao dançar os homens e mulheres não apenas reinventam o movimento, tempo e o espaço, mas transforma-se em personagens, pois a dança cria um jogo de forças, torna visível no corpo e nos movimentos todo um universo de ações e significados diversos do cotidiano” Lola Brikman 1989.
Dança é movimento é expressão corporal na dança o corpo torna-se veiculo da representação de algo, demonstrando emoções, sensações, sentimentos, pensamentos a partir das experiências; e são essas experiências vividas que vão possibilitar uma melhor exploração dos movimentos, e o gosto pela dança.        A dança retrata ansiedades, idéias, necessidades e interesses de toda uma época, aliados à forte necessidade do ser humano de se movimentar e extrapolar a sua essência (...) (LABAN, 1990). Deve-se então apresentar a dança respeitando a subjetividade de cada um.